Elomar Figueira O Ser Tão

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Hoje o homenageado do nosso “ A ARTE DO MEU POVO” é o poeta/cantador Elomar, representante fiel da denominada cultura de raiz. Elomar trás no seu trabalho poético o verdadeiro sertão, com todas as suas forças. Você pode conhecer mais desse grande artista brasileiro visitando a sua página oficial que é www.elomar.com.br.

Aqui vamos conhecer um pouco mais de Elomar através das informações pesuisadas no site http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa560680/elomar, que nos trás o seguinte sobre ele:


Elomar Figueira Mello (Vitória da Conquista, Bahia, 1937). Compositor, violonista e cantor. Filho de Ernesto S. Mello e Eurides Figueira Mello, Elomar nasce na cidade baiana de Vitória da Conquista. A família de fazendeiros vive na zona rural da cidade, onde se educa e tem e seus primeiros contatos com a música, que ocorrem nos cultos religiosos e escutando os cantadores, violeiros e repentistas. Ainda garoto aprende a tocar viola e violão, sem aprovação familiar.

Em 1954 muda-se para Salvador para estudar e compõe algumas canções. Cinco anos mais tarde, ingressa no curso de arquitetura da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Conclui o curso em 1964 e retorna à Vitória da Conquista; vive da arquitetura, e paralelamente mantém uma carreira como artista. Grava seu primeiro compacto em 1968, um disco independente com as faixas autorais O Violeiro e Canção da Catingueira, e, no ano seguinte, conclui a escrita da primeira ópera, Auto da Catingueira. No final da década frequenta a Escola de música da UFBA, sem concluir o curso.

Em 1972 grava seu primeiro LP, Das Barrancas do Rio Gavião. Em 1978 grava o segundo disco, nos estúdios da UFBA, Nas Quadradas das Águas Perdidas. A partir de então sua vida artística se estabelece e faz apresentações pelo país. Em 1980 lança em São Paulo o LP Parcelada Malunga em parceria com o pianista erudito Arthur Moreira Lima (1940).

Nos anos 1980 abandona a arquitetura para dedicar-se exclusivamente a música. Em 1981 lança Fantasia Leiga para um Rio Seco, acompanhado da Orquestra Sinfônica da Bahia. No ano seguinte realiza o espetáculo coletivo ConSertão com Arthur Moreira Lima, Paulo Moura (1932-2010) e Heraldo do Monte (1935)e que resulta em disco o homônimo. Grava ainda os discos coletivos Cantoria 1 e 2(1984 e 1988), com Xangai (1945), Vital Farias (1943) e Geraldo Azevedo (1945) e Concerto Sertanez(1988) com Turíbio Santos (1943), Xangai e seu filho João Omar. Lança os discos de canções Cartas Catingueiras(1983) e outros com experiências solistas e sinfônicas como Auto da Catingueira(1984), Sertania (1985),com Ernst Widmer (1927-1990) e a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia,Dos Confins do Sertão(1987), gravado na Alemanha, e Elomar em Concerto(1990 - ao vivo).

De temperamento recluso, retorna à vida no sertão e grava Árias Sertânicas (1994) e Cantoria 3(1994). Mas mantém-se preocupado em compor, registrar e divulgar suas obras. Com esse objetivo organiza em 2007 a fundação Casa dos Carneiros. Dedica-se também a escrever "romances de cavalaria", Sertanílias(2008) e Sertano Visita a Cidade (no prelo). Em 2008, lança Elomar: Cancioneiro, publicação com transcrição das partituras do compositor e que conta com a participação dos músicos Maurício Ribeiro, Hudson Lacerda, Avelar Júnior e Kristoff Silva.

Sua obra musical está exposta em 15 discos, a maior parte gravada nos anos 1980, que apresentam essa riqueza e multiplicidade. Em muitos deles conta com a colaboração de outros artistas, desde a apresentação de Vinícius de Morais (1913-1980) em Barrancas do Rio Gavião, como a participação direta de instrumentistas importantes como Heraldo do Monte, Paulo Moura, Arthur Moreira Lima e Jacques Morelenbaum (1954), e de músicos como Dércio Marques (1947-2012), Xangai e Geraldo Azevedo. Além disso, Elomar também é criador de bodes e um de seus animais, o bode Francisco Orelana, que comia papel e jornal, inspira Henfil (1944-1988) a criar um personagem homônimo que figura nos cartum Graúna.”


Mais uma vez convido você a conhecer mais desse Gigante da nosso Boa Cultura Nordestina. Visite www.elomar.com.br.

E "VIVA A ARTE DO MEU POVO!"


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